Quinta-feira, 2 de Junho de 2005

Nada se pode comparar contigo



O ledo passarinho que gorjeia
Da alma exprimindo a cândida ternura
O rio transparente, que murmura,
E por entre pedrinhas serpenteia:

O sol, que o céu diáfano passeia;
A lua, que lhe deve a formosura,
O sorriso da aurora alegre e pura.
A rosa, que entre os zéfiros ondeia;

A serena, amorosa primavera,
O doce autor das glórias que consigo,
A deusa das paixões, e de Citera:

Quanto digo, meu bem, quanto não digo,
Tudo em tua presença degenera,
Nada se pode comparar contigo.



Bocage
publicado por emptysoul às 22:24
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1 comentário:
De gaivotadaria a 3 de Junho de 2005 às 14:03
Aqui está uma prova de que Bocage tb era um eterno romantico.
Tb pouco se compara ctg que tens uma grande beleza interior.Beijinho.Bom fim de semana.


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